Jovem achada morta foi sequestrada e torturada por traficantes, conclui polícia

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Cletiane foi morta a tiros

Uma mulher de 22 anos foi presa, nesta terça-feira (21), apontada como uma das mandantes no sequestro, tortura e morte de Kletiane Sousa Dias, de 19 anos.

A jovem foi encontrada morta no fim da tarde dessa segunda-feira (20), embaixo de uma ponte no município de Alhandra, na Grande João Pessoa. A ordem para matar veio de traficantes, segundo apurou o Núcleo Homicídios do Litoral Sul. Três suspeitos no crime já foram identificados, entre eles dois que já estão na lista do site Procurados PB (www.procurados.pb.gov.br)

De acordo com a delegada Flávia Assad, responsável pelas investigações, Kletiane Sousa foi para um clube no município de Pitimbu, acompanhada de uma amiga. Após o evento, elas foram para o ‘Assentamento Apasu’, na companhia de rapazes. No local, estava ocorrendo uma confraternização e traficantes participavam da festa.

“Quando as meninas chegaram ao assentamento, Kletiane Sousa falou que era da cidade de Caaporã e teria comentando sobre o tráfico na região. Os participantes questionaram o que elas faziam na festa e se poderiam ser ‘informantes’. Nesse momento, as meninas foram torturadas e sequestradas. Elas foram levadas para outro ambiente”, disse a delegada.

Três homens em duas motocicletas levaram as jovens para a Zona Rural da cidade de Alhandra onde praticariam o duplo assassinato. “O objetivo era matar Kletiane que foi vista como alguém que ‘sabia demais’. Após ver que a amiga foi morta, a outra jovem pulou de uma ponte e conseguiu escapar”, adiantou Assad.

Após o registro do homicídio, o Núcleo de Homicídios do Litoral Sul iniciou a investigação e, até o momento, trabalha com a hipótese de que a morte foi ordenada por traficantes. “Uma mulher foi presa como uma das mandantes do crime. Como a vítima foi vista como uma espécie de ameaça pelo grupo, os traficantes mandaram matá-la”, revela a delegada, acrescentando que a mulher presa em flagrante foi indiciada por homicídio e sequestro.

A testemunha sobrevivente do crime confirmou que não houve estupro. Entretanto, a Polícia Civil solicitou exame sexológico na jovem assassinada.

A Polícia Civil pede para quem tiver informações sobre os autores do crime que ligue para o 197, Disque Denúncia. A identidade é mantida em sigilo.

Portal Correio

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